O influenciador digital Felca, que acumula milhões de seguidores nas redes sociais, ganhou grande repercussão ao divulgar um vídeo denunciando a sexualização precoce de crianças e adolescentes, além de revelar a existência de uma rede de pedofilia disfarçada na internet, atuando principalmente dentro do Instagram.

No vídeo, Felca acusa diretamente o influenciador Hytalo Santos de incentivar comportamentos inadequados e explorar a imagem de menores para obter mais visualizações. Um dos casos mais comentados é o da influenciadora mirim Kamylinha, que, segundo Felca, teria sido estimulada a adotar posturas sexualizadas desde muito jovem, o que gerou uma onda de preocupação e críticas nas redes.

Mais grave ainda, Felca denuncia uma rede de pedofilia disfarçada que utiliza perfis infantis administrados por familiares para atrair e explorar menores, passando despercebida pela fiscalização das plataformas. Essa alerta evidencia a vulnerabilidade das crianças e a necessidade urgente de medidas mais rígidas para proteger os usuários mais jovens.

A repercussão da denúncia foi imediata: em menos de 24 horas, o Instagram desativou as contas de Hytalo Santos e Kamylinha, ação que reforça a importância do combate a conteúdos abusivos nas redes sociais.

Felca, conhecido por sua postura engajada e responsável, já havia se destacado ao recusar uma proposta milionária para promover jogos de azar, consolidando seu compromisso com causas sociais relevantes.

Essa denúncia coloca em evidência o debate urgente sobre a segurança e a ética na criação de conteúdos para crianças nas plataformas digitais, alertando para os riscos que ainda persistem e a necessidade de proteção efetiva para os menores no ambiente online.

Assista o vídeo

O Jornal O Franco mantém uma linha editorial firme e responsável, repudiando veementemente qualquer forma de sexualização ou exposição sexual de crianças e adolescentes. Reforçamos nosso compromisso com a proteção dos direitos dos menores e incentivamos toda a sociedade a estar atenta e atuar contra essas práticas. Caso presencie alguma situação suspeita ou abuso, denuncie imediatamente pelo número 100, do Disque Direitos Humanos, ou pelo 180, da Central de Atendimento à Mulher. Sua denúncia é fundamental para garantir um ambiente mais seguro para nossas crianças.

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