
O deputado estadual Gilberto Cattani (PL) aprovou, na Assembleia Legislativa de Mato Grosso, uma moção contra a reitora da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Marluce Aparecida Souza e Silva, em reação a uma série de episódios polêmicos envolvendo a gestão da universidade. A moção, registrada sob o protocolo nº 8901/2025, foi fundamentada no Art. 185-A do Regimento Interno da Casa e aprovada pelo plenário.
Entre os motivos da moção, estão o episódio da professora Maria Inês da Silva Barbosa, que utilizou o pronome neutro “todes” durante a Conferência Municipal do SUS em Cuiabá, a presença de movimentos ligados ao MST dentro da UFMT e declarações da reitora sobre como “acabar com a praga da extrema direita”, reforçando seu alinhamento com a agenda da esquerda.
Segundo o texto oficial da moção, a própria reitora chegou a afirmar que o uso do termo “todes” pode, em breve, ser incorporado oficialmente ao vocabulário da língua portuguesa, posição que, na avaliação do deputado, demonstra alinhamento com a promoção da ideologia de gênero e da linguagem neutra. A moção destaca que, para alguém que ocupa o mais alto cargo de uma universidade federal, tal conduta é incompatível com a razão e com a legislação vigente, servindo de exemplo inadequado para professores e colaboradores.
A aprovação da moção reafirma a posição de Cattani em criticar o que considera uso ideológico das instituições públicas e a defesa da norma culta da língua portuguesa dentro da universidade. O parlamentar tem se destacado por sua postura firme em relação a políticas dentro de departamentos públicos, mantendo coerência em suas ações e atenção aos interesses da sociedade.






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