
A deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP) mantém em seu gabinete um assessor que já foi alvo da Polícia Federal por praticar pichação contra o Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos, em Brasília. O caso, que revoltou servidores e foi amplamente registrado pela imprensa na época, voltou à tona após a revelação de que o mesmo indivíduo segue ocupando cargo de confiança no Congresso Nacional.
O episódio de vandalismo
Em 2020, o assessor participou de um ato em que paredes do Ministério foram pichadas com frases ofensivas, em uma clara demonstração de desrespeito ao patrimônio público e às instituições democráticas. A conduta foi enquadrada pela PF como crime ambiental e de dano ao patrimônio da União, o que poderia resultar em processo e responsabilização criminal.
Prêmio para quem ataca o patrimônio
Apesar desse histórico, Erika Hilton decidiu premiar o acusado com um cargo dentro de seu gabinete, pago com dinheiro público. O salário, conforme registros da Câmara, é superior a R$ 6 mil mensais. Para críticos, a nomeação é um tapa na cara do cidadão de bem, que paga impostos e assiste a atos de vandalismo sendo recompensados com cargos políticos.
Silêncio diante das críticas
Questionada sobre a manutenção do assessor, Erika Hilton não apresentou justificativas claras. A atitude da deputada revela uma contradição: enquanto cobra respeito e direitos, tolera dentro de sua equipe alguém que já atentou contra o patrimônio público nacional.
Tolerância seletiva
O caso gera indignação em parlamentares e setores da sociedade que veem no episódio mais um exemplo de como parte da esquerda trata o crime com condescendência. Enquanto o brasileiro enfrenta punições severas por pequenas infrações, quem depreda prédios públicos é acolhido e protegido dentro do Congresso.






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