
Você sabia que algumas das maiores distribuidoras de combustíveis do país foram usadas pelo PCC para movimentar bilhões de reais em lavagem de dinheiro? A Operação Carbono Oculto, deflagrada nesta semana pela Polícia Federal e Receita Federal, revelou como o crime organizado infiltrou-se no setor de energia e combustíveis, controlando empresas que chegaram a abastecer mais de mil postos pelo Brasil.
Veja as principais envolvidas:
Copape – Produzia gasolina a partir de hidrocarbonetos em Guarulhos (SP). Foi uma das peças centrais do esquema e acabou perdendo a licença da ANP.
Aster – Distribuidora que escoava o combustível da Copape para cerca de 1.000 postos. Também entrou em recuperação judicial após as investigações.
Rodopetro (Grupo Refit) – Passou a fornecer combustível quando a Copape foi interditada judicialmente.
G8 Log – Empresa de transporte com frota própria usada para distribuir combustíveis do grupo.
RTI Bless Trading – Comercializava derivados de petróleo, também sob suspeita de ligação com o esquema.
Segundo a Receita Federal, entre 2020 e 2024, o grupo movimentou cerca de R$ 52 bilhões, com irregularidades que geraram mais de R$ 891 milhões em autos de infração.






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