
Na manhã desta sexta-feira (12), a Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou a segunda fase da Operação Short Code, com o objetivo de desarticular uma rede criminosa responsável por disseminar notícias falsas e ataques difamatórios contra a atual diretoria da Unimed Cuiabá.
A ação resultou no cumprimento de três ordens judiciais que determinaram o bloqueio nacional de um site falso e a remoção de perfis em redes sociais envolvidos na propagação das fake news.
A investigação teve início em 2024, quando a Delegacia de Repressão a Crimes de Internet (DRCI) identificou a existência de um site apócrifo que veiculava informações falsas sobre a cooperativa e seus dirigentes. A polícia descobriu que mensagens de celular em massa, utilizando “short codes” (números curtos usados para comunicação em massa), eram enviadas para atrair usuários ao site com acusações anônimas.
Segundo a Unimed Cuiabá, os ataques estão relacionados à divulgação de um prejuízo contábil de R$ 400 milhões no balanço de 2022, atribuído à gestão anterior. A cooperativa alega que os ataques visam desestabilizar a atual administração.
A primeira fase da operação, realizada em junho de 2025, já havia cumprido seis mandados em Mato Grosso e Goiás, visando desarticular a rede de ataques. A polícia identificou que o ex profissional de marketing da gestão anterior, Maurício Coelho, seria o responsável pela criação do site “Instituto Brasil Cooperado”, utilizado para disseminar os conteúdos caluniosos.
Até o momento, a reportagem não conseguiu localizar Rubens de Oliveira e Maurício Coelho para que apresentassem suas versões sobre os fatos. O espaço permanece aberto para eventuais manifestações de defesa.






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