
A visita da primeira-dama Rosângela da Silva, Janja, ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) no Rio Grande do Sul, na última sexta-feira (12), gerou forte repercussão negativa. Em Mato Grosso, estado conhecido por adotar política de tolerância zero contra invasões de terras, a aproximação do governo federal com um grupo marcado por ocupações ilegais e conflitos no campo é vista como um sinal alarmante.
O MST, apontado por críticos como um movimento que utiliza práticas coercitivas e invasões de propriedades privadas, é considerado por muitos setores como um verdadeiro terrorismo rural. A presença da primeira-dama ao lado do grupo, elogiando sua produção e ações, acende o alerta para a possibilidade de incentivo político a ações que desrespeitam a lei e ameaçam a segurança do campo.
Durante a visita, Janja percorreu hortas e cooperativas ligadas ao MST, ressaltando programas federais como o PAA, que destinam recursos a essas comunidades. Para produtores e líderes rurais de Mato Grosso, essa postura representa não apenas um apoio a práticas ilegais, mas também um desrespeito à ordem e à segurança no campo, reforçando a percepção de que o governo atual ignora os direitos dos legítimos proprietários de terra.

Enquanto o MST continua promovendo invasões em diversos estados, Mato Grosso mantém uma posição firme: qualquer tentativa de ocupação ilegal de terras será combatida com rigor, garantindo proteção à propriedade privada e à economia agrícola do estado. Críticos alertam ainda que o MST, historicamente ligado a ideologias comunistas, atua na prática como um instrumento do socialismo, buscando a redistribuição radical de terras e recursos em detrimento dos produtores legais.






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