
O vereador de Cuiabá, Chico 2000 (PL), formalizou junto à direção nacional do partido o pedido de carta de anuência para se desfiliar da legenda. O documento foi assinado pelo presidente Valdemar Costa Neto em fevereiro de 2025, antes do início das investigações que resultaram na Operação Perfídia, da Polícia Civil, e na Operação Rescaldo, da Polícia Federal, que apuram suspeitas de corrupção e compra de votos .
Apesar da carta de anuência, Chico 2000 ainda não oficializou sua saída do PL, mantendo-se filiado formalmente. O presidente do PL em Cuiabá, Dito Lucas, afirmou que o pedido de desfiliação foi feito antes das operações policiais e que o clima interno já era tenso desde 2024, quando o vereador entrou em atrito com o prefeito Abílio Brunini e com outros membros da legenda .
Chico 2000 alega sofrer discriminação dentro do partido e acionou o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) para justificar sua desfiliação. Ele também afirmou ter recebido convites de outras siglas e deixou a decisão sobre sua saída do PL para um momento oportuno .
O vereador foi afastado da Câmara Municipal de Cuiabá em abril de 2025, após ser alvo da Operação Perfídia, e retornou ao cargo em setembro, após decisão judicial favorável. Ele segue sendo investigado por suspeitas de corrupção e compra de votos nas eleições de 2024 .






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