
Em um país com população estimada de 213,4 milhões de habitantes em 2025, o Brasil alcançou a marca de 94 milhões de pessoas dependentes de programas assistenciais federais, representando aproximadamente 44% da população total . Esse número equivale à população de países como o Egito, destacando a dimensão da política de assistência social no país.
Dentre os beneficiários, o Bolsa Família é o programa de maior alcance, atendendo mais da metade desse contingente. O Cadastro Único (CadÚnico), sistema que reúne dados de famílias de baixa renda, registra pessoas com idades entre 15 e 64 anos, faixa etária considerada economicamente ativa .
O influenciador financeiro Thiago Nigro, conhecido como “O Primo Rico”, utilizou suas redes sociais para ironizar essa realidade. Em uma postagem, ele destacou que o país atingiu a marca de 94 milhões de pessoas vivendo com algum tipo de programa assistencial do governo, como o Bolsa Família e o Auxílio Brasil. Através de uma abordagem sarcástica, Nigro questionou a dependência crescente da população em relação a essas iniciativas, sugerindo que a situação beira o inacreditável.
A crítica de Nigro reflete uma preocupação com o aumento da dependência estatal, levantando questões sobre a eficácia dessas políticas públicas e o impacto no desenvolvimento econômico do país. Embora sua abordagem tenha gerado discussões acaloradas nas redes sociais, ela também trouxe à tona um debate necessário sobre os rumos das políticas assistenciais no Brasil.
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