Em meio à 80ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva levou uma comitiva de pelo menos 100 pessoas a Nova York. O grupo, composto por ministros, servidores públicos e funcionários de empresas estatais, chamou atenção pelo tamanho e pelos custos associados à viagem.

Segundo dados levantados, os gastos com reservas de hotéis, transporte e logística da comitiva já ultrapassam R$ 3,3 milhões. Além das atividades oficiais na ONU, registros compartilhados nas redes sociais mostram integrantes do grupo aproveitando momentos de lazer, incluindo passeios turísticos e corridas matinais no Central Park.

Críticos questionam a necessidade de uma comitiva tão extensa em uma viagem internacional, apontando o contraste entre o custo da operação e as prioridades internas do país, especialmente em áreas como saúde, educação e segurança pública.

O governo, por sua vez, afirma que a presença de ministros e servidores é necessária para garantir a participação do Brasil nas discussões globais e reforçar agendas bilaterais. Ainda assim, especialistas em administração pública destacam que medidas de economia e racionalização poderiam ser adotadas em viagens internacionais do Executivo.

A viagem de Lula reforça o debate sobre eficiência administrativa e responsabilidade fiscal em eventos internacionais, enquanto a população acompanha atentamente o uso de recursos públicos em deslocamentos do governo

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