
Foi lançado recentemente o site “Janjômetro”, criado pelo deputado estadual Guto Zacarias (SP), com o objetivo de monitorar os gastos públicos atribuídos à primeira-dama Janja da Silva. A plataforma aponta que, entre janeiro de 2023 e outubro de 2025, os cofres públicos já teriam arcado com mais de R$ 117 milhões em despesas ligadas ao gabinete e às atividades da primeira-dama.
Os valores chamam atenção pelo volume e pela natureza de parte dos gastos, que incluem reformas em espaços presidenciais, compra de móveis de luxo, viagens internacionais, hospedagens caras e grandes eventos oficiais, como o chamado “Janjapalooza”, promovido durante o G20 Social.
Críticos classificam os números como exorbitantes, milionários e desnecessários, ressaltando que todas as despesas são pagas com recursos públicos, ou seja, com o imposto de cada cidadão brasileiro. O debate sobre o tema cresceu nas redes sociais e no Congresso, com cobranças por maior transparência e prestação de contas.
Parlamentares da oposição pedem que seja criada uma regulamentação específica para o papel da primeira-dama, estabelecendo limites de gastos e regras claras sobre a utilização de verbas públicas em suas atividades.
A Secretaria de Comunicação da Presidência afirma que parte dos valores divulgados pelo site se refere a ações institucionais do governo federal, e não a despesas pessoais de Janja. Mesmo assim, o montante total, que já ultrapassa R$ 117 milhões, continua gerando forte repercussão e questionamentos sobre a prioridade e a necessidade de tais gastos em um país que enfrenta dificuldades econômicas.
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