A libertação de 20 reféns israelenses mantidos em cativeiro pelo Hamas durante 738 dias em Gaza foi marcada por um momento histórico que ultrapassou as fronteiras da diplomacia. A chegada de Donald Trump a Israel foi recebida com aplausos de pé no parlamento e honras raramente concedidas a líderes estrangeiros, um gesto que simboliza o reconhecimento de seu papel decisivo nas negociações que resultaram no acordo de paz.

Ao desembarcar em Tel Aviv, Trump afirmou de forma categórica: “Sim, no que me diz respeito, sim, a guerra acabou.” A declaração ecoou como um sinal de esperança e de encerramento de um dos capítulos mais tensos do conflito entre Israel e o Hamas.

Durante a sessão solene no Knesset, o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu destacou a importância da atuação do ex-presidente americano, afirmando que Trump é “o maior amigo que o Estado de Israel já teve na história”. Segundo Netanyahu, o nome do republicano “estará gravado não apenas na história de Israel, mas na história da humanidade”.

O plenário israelense também prestou homenagens simbólicas. Vários parlamentares usavam bonés vermelhos com a inscrição “TRUMP, O PRESIDENTE DA PAZ”. O presidente do Parlamento, Amir Ohana, declarou que Trump é “um gigante da história judaica” e que será lembrado “por milhares de anos”.

A recepção calorosa reflete mais do que gratidão. Representa o reconhecimento de que a mediação americana, conduzida por Trump, foi fundamental para o cessar-fogo e para a libertação dos reféns. Em meio à instabilidade política e às incertezas na região, o ex-presidente se consolida como uma figura de influência global, capaz de transformar tensão em trégua e diplomacia em resultado concreto.

Se o acordo de paz entre Israel e Hamas se mantiver, Donald Trump poderá ser lembrado como o estadista que ajudou a encerrar um ciclo de violência e inaugurou um novo capítulo de estabilidade no Oriente Médio.

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