
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, determinou nesta sexta-feira (17) que a defesa do ex-presidente Fernando Collor de Mello apresente, em até cinco dias, explicações sobre o desligamento de sua tornozeleira eletrônica. A medida foi tomada após a constatação de que o equipamento, utilizado para monitoramento de prisão domiciliar, estava inativo por mais de 24 horas.
A situação foi identificada durante fiscalização rotineira da Polícia Federal, que constatou que o dispositivo havia sido desligado sem justificativa prévia. A defesa de Collor alegou que o incidente ocorreu devido a falha técnica e que o equipamento foi religado assim que o problema foi identificado.
O ex-presidente, que cumpre pena em regime domiciliar desde 2023, enfrenta acusações relacionadas a corrupção passiva e lavagem de dinheiro no âmbito da Operação Lava Jato. A decisão de Moraes reforça o compromisso do STF com o cumprimento rigoroso das medidas cautelares impostas a investigados e réus.
A expectativa é que, após o prazo concedido, o ministro se manifeste sobre a continuidade ou eventual revisão das condições de monitoramento de Collor.






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