O líder do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), João Pedro Stédile, voltou a causar polêmica ao afirmar que o movimento pode enviar militantes para a Venezuela. Segundo ele, a intenção seria “apoiar o povo venezuelano” diante de uma possível ofensiva dos Estados Unidos contra o governo de Nicolás Maduro.

A declaração foi feita durante o programa Conexão BDF, ligado ao portal Brasil de Fato, veículo que historicamente dá espaço a vozes da esquerda. No bate-papo, Stédile defendeu que movimentos sociais da América Latina precisam se “organizar em solidariedade internacional” ao regime venezuelano.

“Se os americanos resolverem invadir a Venezuela, temos que mandar brigadas camponesas para ajudar”, afirmou o líder do MST. A fala gerou repercussão nas redes sociais, onde internautas dividiram opiniões alguns chamando a proposta de “ato de bravura”, outros de “absurdo ideológico”.

Essa não é a primeira vez que Stédile manifesta apoio a Maduro. O dirigente costuma elogiar as políticas do governo venezuelano e defender que o socialismo “é um caminho necessário para a América Latina”.

Enquanto isso, o MST continua no centro do debate político brasileiro. Críticos afirmam que o movimento, além de atuar nas pautas agrárias, tem se envolvido cada vez mais em disputas ideológicas e partidárias.

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