O presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a atacar o ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em um discurso carregado de provocações e nacionalismo. Após um encontro considerado frustrante com o senador americano Marco Rubio, Lula aproveitou um evento em São Bernardo do Campo para reafirmar que “nunca mais um presidente de outro país vai falar grosso com o Brasil”.

Sem citar nomes, a mensagem de Lula foi vista como um recado direto a Trump, que voltou a ganhar força no cenário político internacional. O discurso marca uma nova tentativa de reposicionar o Brasil como voz independente no tabuleiro global, mas também reacende tensões com os Estados Unidos.

Além das críticas veladas a Trump, Lula saiu em defesa do regime venezuelano e de Nicolás Maduro, afirmando que o país vizinho é vítima de perseguição política e econômica. A fala, no entanto, gerou polêmica, já que Maduro é acusado internacionalmente de envolvimento com o narcotráfico e de usar o tráfico de drogas para financiar sua base de poder na América do Sul.

O tom do presidente brasileiro dividiu opiniões. Para apoiadores, Lula demonstra coragem ao desafiar potências e defender a soberania latino-americana. Já para críticos, o petista insiste em proteger ditaduras e regimes acusados de crimes graves, o que isola o Brasil e prejudica sua imagem internacional.

Com declarações cada vez mais afiadas, Lula parece apostar em um discurso ideológico para recuperar prestígio político no exterior, mesmo que isso signifique reacender antigas rivalidades com os Estados Unidos e alinhar-se a governos questionados por violações de direitos humanos.

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