Em uma ação ousada que mais parece saída de um filme de ação, criminosos invadiram o Museu do Louvre em Paris neste domingo (19) e levaram oito joias históricas da Galeria de Apolo, onde estão expostas as preciosas relíquias da monarquia francesa.

A operação durou apenas sete minutos. Quatro ladrões mascarados utilizaram um guindaste montado em um caminhão para acessar uma janela do segundo andar do museu. Armados com esmerilhadeiras, quebraram as vitrines e subtraíram peças que pertenciam a imperatrizes e rainhas francesas, incluindo a coroa de diamantes e esmeraldas da imperatriz Eugênia, esposa de Napoleão III, que foi posteriormente encontrada danificada nas proximidades do museu  .

Entre os itens roubados estão:

Coroa de safiras e diamantes da rainha Maria Amélia;

Colar com oito safiras do Sri Lanka e mais de 600 diamantes;

Conjunto de colar e brincos da imperatriz Maria Luisa, adornado com 32 esmeraldas e 1.138 diamantes;

Broche com 2.634 diamantes da imperatriz Eugênia;

Tiara de pérolas da imperatriz Eugênia .

A audácia dos criminosos e a rapidez da ação deixaram autoridades e especialistas em choque. O ministro do Interior francês, Laurent Nuñez, descreveu o roubo como uma operação profissional e afirmou que a polícia está trabalhando para identificar os responsáveis  .

O roubo também expôs falhas significativas na segurança do museu. Uma auditoria revelou que apenas um terço das salas do Louvre possuem sistemas de vigilância funcionando adequadamente  . Em resposta, o governo francês ordenou uma revisão nacional das medidas de segurança em instituições culturais.

Até o momento, a maioria das joias permanece desaparecida, e as autoridades alertam que, se não forem recuperadas nas próximas 24 a 48 horas, podem ser irreconhecíveis devido a possíveis alterações ou derretimento  .

Este roubo não apenas abalou o mundo da arte, mas também levantou questões urgentes sobre a proteção do patrimônio cultural em uma era de crescente insegurança.

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