
A Polícia Federal confirmou que cinco pessoas com mandados de prisão em aberto estavam trabalhando na COP30, em Belém (PA). Os foragidos foram identificados durante uma checagem de segurança que analisou mais de 25 mil profissionais envolvidos na montagem e organização do evento.
O caso levantou forte repercussão nacional e expôs falhas nos critérios de contratação e credenciamento dos trabalhadores. Especialistas apontam que a presença de foragidos em um evento de dimensão internacional representa um grave erro de gestão e segurança.
Nas redes sociais, internautas passaram a se referir ao episódio como “COP da vergonha”, expressão que resume o constrangimento causado ao país em meio a uma conferência que deveria simbolizar compromisso, responsabilidade e credibilidade diante do mundo.






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