O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) enviou ao ministro Alexandre de Moraes, do STF, um pedido para receber a visita do prefeito de Cuiabá, Abílio Brunini (PL), junto a outros quinze aliados enquanto cumpre prisão domiciliar. No documento, a defesa inclui os seguintes nomes: Bia Kicis, Júlia Zanatta, Carlos Portinho, Sóstenes Cavalcante, Sebastião Coelho, Tiago Pavinatto, Padre Kelmon, Onyx Lorenzoni, Antônio Machado Ibiapina, Gilvan Aguiar Costa, Giovani Cherini, Lenildo Mendes, Flávio Augusto Viana Rocha, Bruno Bierrenbach Bonetti e Valdemar Costa Neto, todos citados como pessoas cuja visita seria “imprescindível” para o ex-presidente.

A defesa de Bolsonaro pediu que essas visitas sejam autorizadas sem necessidade de solicitações individuais e que possam ocorrer regularmente, ou, caso o STF não aceite essa modalidade, que sejam permitidas pelo menos nas terças, quartas e quintas-feiras. Os advogados também solicitaram a liberação para entrada de médicos, assessores e seguranças.

Moraes, porém, determinou que novos pedidos de visitação só serão aceitos se encaminhados diretamente pela defesa, descartando solicitações avulsas enviadas por aliados. Segundo o ministro, essa exigência evita desorganização no controle de visitas e garante o cumprimento das restrições impostas a Bolsonaro.

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