
A Prefeitura de Cuiabá terá dificuldades para manter serviços essenciais após o bloqueio de R$ 1,3 milhão do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). O valor, que seria usado pela Secretaria de Obras, ajudaria a pagar atividades como tapa-buracos, desentupimento de bueiros e pequenas reformas na cidade.
Com o bloqueio, mais de 100 trabalhadores e empresas que prestam esses serviços correm o risco de ficar sem pagamento, o que pode causar atrasos e problemas para a população.
Este é o quarto bloqueio de recursos desde o início da gestão em 2025, somando cerca de R$ 20 milhões retidos. Segundo o secretário de Obras, Reginaldo Teixeira, a falta de dinheiro compromete ações básicas e coloca em risco a manutenção da cidade.
O bloqueio está relacionado ao contrato da Prefeitura com a CS Mobi, empresa responsável pelo estacionamento rotativo em Cuiabá. Parte do dinheiro do FPM é destinada diretamente à empresa, o que gerou questionamentos sobre o valor e a legalidade do contrato. O caso está sendo avaliado pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
Enquanto a Prefeitura busca soluções, a população pode sentir impactos nos serviços essenciais, e o orçamento municipal enfrenta novos desafios.






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